quarta-feira, 9 de março de 2011

Satã

3.

O café antes do dia... fantasia barroca de um início.
O actor pausa o mérito no estojo dos chocolates... saboreia...
... «¡É brandy... Senhor!»... e a manhã sucede com cigarros,
eflúvio a papel de carta, ¡Flores!, junto às vidraças do estúdio.
O aguaceiro verte pelas paredes quadriculadas de vidro, No exterior, sempre no exterior, que ao actor a água nunca
flui adentro... Sofre a tentação de um livro... «¿Telefonia, talvez
...Senhor?». E o dia seguirá,
na opiácea rotação afortunada das horas.
®

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